As algas – bombas de nutrientes

Algas

 

As algas são pouco consumidas no Ocidente. Contudo, oferecem inúmeros benefícios, ligados às suas características nutricionais. São igualmente ricas em diversidade de sabores suaves, integrando-se facilmente na culinária. No Japão, fazem parte de variadíssimas receitas. Salada de Wakame ou Hijiki, makis ou temakis envolvidos em Nori, sopa Miso, etc.

Existem centenas de variedades de algas comestíveis. No entanto, apenas cerca de uma dezena está autorizada para comercialização.

Porquê incluir as algas na nossa alimentação?

As algas são muito ricas em vitaminas (A, B, C e D), minerais (ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre), oligoelementos, proteínas, aminoácidos, fibra e antioxidantes, elementos nutritivos essenciais à boa saúde do organismo. De acordo com as espécies, apresentam vantagens para o funcionamento do sistema nervoso central, a tiroide, a digestão, o sangue, a sobrecarga ponderal, a massa muscular ou os ossos.

Existem contraindicações?

Nas algas frescas encontra-se uma elevada concentração de iodo. E mesmo que percam uma grande parte quando lavadas, são desaconselhadas a indivíduos alérgicos ao iodo ou que sofram de hipertiroidismo. Por outro lado, se decidir colher e consumir algas frescas, consuma apenas as que estão vivas, fixas às rochas e em águas sãs e limpas. As que andam à deriva no mar captam os metais pesados.

Como consumir as algas?

Cruas ou cozinhadas, doces ou salgadas, como condimento ou como ingrediente integral, as algas funcionam como um exaustor do paladar. E a sua variedade permite variar as preparações. Existem receitas de saladas, sopas, mousses, pudins e cocktails. De preferência, não devem ser muito cozinhadas para preservarem as suas qualidades nutricionais.

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